Boa Noite. River. Madeleine Peyroux e K.D. Lang

It’s coming on Christmas
They’re cutting down trees
They’re putting up reindeer
And singing songs of joy and peace
I wish I had a river
I could skate away on
But it don’t snow here
It stays pretty green
I’m going to make a lot of money
Then I’m going to quit this crazy scene
I wish I had a river
I could skate away on
I wish I had a river so long
I would teach my feet to fly

I wish I had a river
I could skate away on
I made my baby cry
He tried hard to help me
You know, he put me at ease
And he loved me so naughty
Made me weak in the knees
I wish I had a river
I could skate away on
I’m so hard to handle
I’m selfish and I’m sad
Now I’ve gone and lost the best baby
That I ever had
Oh I wish I had a river
I could skate away on
I wish I had a river so long
I would teach my feet to fly

Oh I wish I had a river
I could skate away on
I made my baby say goodbye

It’s coming on Christmas
They’re cutting down trees
They’re putting up reindeer
And singing songs of joy and peace
I wish I had a river
I could skate away on 

BW153812_1E_011_V2

Mick Jagger está redefinindo a velhice. Por Kiko Nogueira

Artigo de Kiko Nogueira publicado originalmente no site Diário do Centro do Mundo (http://www.diariodocentrodomundo.com.br/mick-jagger-esta-redefinindo-a-velhice/)

O coroa cantor dos Rolling Stones, que dizia não se imaginar cantando Satisfaction aos 45, é a prova de que os 70 são os novos 17.

Imagem

 

“Eu sou uma múmia, com todos os achaques das múmias”, dizia Nelson Rodrigues. No tempo de Nelson, e não faz tanto tempo assim, velhos era velhos. Andavam de bengala, levavam o dinheiro em capangas e tinham cobertores nas pernas.

Mick Jagger acabou de fazer 70 anos. Corre o palco inteiro nos shows — e canta enquanto isso. Fez três shows de duas horas em uma semana em Londres.

Ele já declarou algumas vezes que não se imaginava tocando Satisfaction aos 45. “Que droga é envelhecer”, diz a letra de Mother’s Little Helper. Pertence a uma geração que via pessoas com mais de 30 com desconfiança e animosidade. Em My Generation, Roger Daltrey, do Who, cravou que preferia morrer antes de ficar velho. Há duas semanas, assisti ao Who com meu irmão Paulo, meu filho Davi e minha sobrinha Camila — e Daltrey, aos 69 anos, alcançou cada um dos agudos do disco Quadrophenia. Cada um. Girando o microfone, como de hábito.

Chico Buarque e Caetano Veloso continuam produzindo. Chico caminha no Rio de Janeiro, escreve seus livros e joga bola. Caetano tem uma coluna no Globo e fala. Ninguém menciona aposentadoria. Estão fortes e ativos. Aparentemente, aprenderam com os que tombaram em combate (e não foram poucos). Abusaram de um estilo de vida hedonista. Hoje se cuidam.

Jagger não fez plástica. Sua face tem a aparência do clássico maracujá de gaveta. Faz balé, ioga e meditação. Come de maneira espartana. Parou de fumar. Bebe vinho, mas pouco. Tem uma namorada algumas décadas mais nova. Deve  ter alguns apliques na cabeleira (Keith Richards esconde bem a careca no alto da cabeça).

Existe ali uma negação da velhice. Se você quiser ser maldoso, ele é um eterno adolescente. Mas por que isso seria ruim? Não é coerente com o que sua geração pregava nos anos 60? Ou eles deveriam se mudar para a Flórida e usar a grana em viagens de cruzeiro?

De antiexemplo, de adepto de um estilo de vida desregrado e autodestrutivo, Mick Jagger tornou-se o tiozinho sarado que você quer ser quando crescer. Sim, ele é favorecido pela genética e nem todo mundo chegará assim aos 60, 70 ou 80. Alguns não chegarão de jeito nenhum. Talvez parte do segredo seja, simplesmente, fazer o que se gosta. E tomar chá.

Jagger é a prova de que os 70 são os novos 17. Com um bom convênio médico, mas são.

Musas do Cinema Francês

Consegui pescar na TV a Cabo uma madrugada dessas o programa French Beauties. O  programa traz trechos de filmes e depoimentos das grandes damas do cinema francês e busca explicar a importância dessa beleza para as indústrias cinematográfica, de cosméticos e da moda.

É curioso isso. Eu sempre gostei de cinema francês mas tenho que reconhecer… às vezes é difícil. Os franceses em si me parecem meio difíceis de entender. Tem ideias iluministas, realistas. Quando entra no assunto cinema tem a nouvelle vague, trabalham com comédias e tragédias, improvisações, câmera na mão e isso requer do espectador, às vezes, uma dose de paciência, uma mente aberta para todo e qualquer tipo de estranhamento. Às vezes requer uma certa força psicológica, para não cometer um ato suicida após o filme, porque muitos deles tendem a ser pessimistas e depressivos. Tem os mais psicanalíticos e outros meios eróticos que podem deixar a gente sem graça quando se está assistindo com alguém que não é tão intimo. É meio que impossível escapar também de uma discussão filosófica.

Mas assim como Paris entra em qualquer lista de cidades mais impressionantes do planeta, Desde os tempos de Brigitte Bardot e Catherine Deneuve (essa, linda até hoje) até o atual reinado de Audrey Tautou e Eva Green, passando pela eternas Sophie Marceau e Juliette Binoche, as francesas sempre estiveram no imaginário masculino.

Eva Green. sedução de Os Sonhadores, Bond Girl de atitude e bruxa sedutora de Dark Shadows

Eva Green. sedução de Os Sonhadores, Bond Girl de atitude e bruxa sedutora de Dark Shadows

Audrey Tatou. A eterna Amélie Poulin

Audrey Tatou. A eterna Amélie Poulin

Berenice Marlohe. A Bond Girl de Skyfall

Berenice Marlohe. A Bond Girl de Skyfall

Juliette Binoche. Outra mulher que melhora com o tempo

Juliette Binoche. Outra mulher que melhora com o tempo

Marion Cotillard

Marion Cotillard

Sophie Marceau. Mais uma Bond Girl. Curiosa essa fixação

Sophie Marceau. Mais uma Bond Girl. Curiosa essa fixação

Trailer de ‘A Single Shot’, suspense com Sam Rockwell, William H Macy, Jeffrey Right e Melissa Leo

Trailer de um filme que na minha opinião promete. Sam Rockwell é um caçador que acidentalmente atira em uma mulher carregando uma grande soma em dinheiro. Ele pega o dinheiro, mas começa a ser perseguido por isso. William H Macy interpreta um conhecido de Rockwell, de comportamento ambíguo. Mais para o fim do trailer não parece ser um ‘amigo’. O trailer não dá mais muita informação além dessas (ainda bem).

Terminally ill “Simpsons” co-creator to leave entire fortune to charity. Por Prachi Gupta para o site Salon

Artigo originalmente publicado no site Salon (http://www.salon.com/2013/07/25/terminally_ill_simpsons_co_creator_to_leave_entire_fortune_to_charity/)

 

A dying Sam Simon takes a big swipe at environmental groups while announcing plans to give away everything

Imagem

 

Sam Simon, the 58-year-old nine-time Emmy-winning “Simpsons” co-creator who was recently diagnosed with terminal colon cancer, has decided to leave his entire fortune to charity. His post-”Simpsons” credits also include shows like “Anger Management” and “The Drew Carey Show,” and the writer-producer admits that he doesn’t even know the full amount of his wealth; he continues to earn “tens of millions” from “The Simpsons” in royalties every year.

This kind of generosity is rare for anyone, but it’s especially out of step in status-obsessed Hollywood. But Simon, who is not married and does not have any children, has been a philanthropist his entire life. With his fortune, he has founded the Sam Simon Foundation, worth nearly $23 million as of 2011, which feeds starving people and dogs. He has donated hefty sums to PETA, Save the Children and the Sea Shepherd Conservation Society.

The Hollywood Reporter recently interviewed Simon about the diagnosis and his decision to give away all that he’s earned. “The truth is, I have more money than I’m interested in spending. Everyone in my family is taken care of. And I enjoy this,” he said.

When asked if he was “frustrated with bad things happening to good people,” like being diagnosed with colon cancer, Simon said:

No. I don’t think that’s what karma is. It never crossed my mind. But I don’t think the spirit of Hollywood is such a spirit of generosity. I think people really begrudge giving. In New York, it’s like that. A lot of charities spend a million dollars on a fundraiser to make $15,000. It’s a social swirl. They do some great stuff and then — it’s called mission drift. It becomes more about the parties. You know, I’m not married, and I don’t have kids. I had an emergency operation when I was septic, and I really did come very close to dying. My colon cancer perforated my colon. When I woke up in the hospital, even though I did have a will, it did become that much more important to me to set this stuff up for the future. And the Rockefeller Foundation has consultants who have been amazing. We found fantastic trustees. It’s something that will be living after I’m gone.

Mujica rejeito título de “Presidente Mais Pobre do Mundo”. Do site Opera Mundi

O texto abaixo foi publicado originalmente no site Opera Mundi (http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/28959/mujica+rejeita+titulo+de+presidente+mais+pobre+do+mundo.shtml)

Mujica rejeita título de “presidente mais pobre do mundo”

Para chefe de Estado uruguaio, “pobre é quem precisa muito para viver”
Imagem
 
 
O presidente do Uruguai, José Mujica, afirmou em entrevista concedida nesta sexta-feira (17/05) à rede estatal chinesa Xinhua que não concorda com o título que lhe foi atribuído pela imprensa internacional de “presidente mais pobre do mundo”, em razão de seu estilo de vida simples. Segundo ele, esse título é incorreto porque “pobres são aqueles que precisam de muito para viver”. Segundo ele, sua vida austera tem como objetivo “manter-se livre”.

“Eu não sou pobre. Pobre são aqueles que precisam de muito para viver, esses são os verdadeiros pobres, eu tenho o suficiente”, afirmou.

“Sou austero, sóbrio, carrego poucas coisas comigo, porque para viver não preciso muito mais do que tenho. Luto pela liberdade e liberdade é ter tempo para fazer o que se gosta”, disse o presidente. Ele considera que o indivíduo não é livre quando trabalha, porque está submetido à lei da necessidade. “Deve-se trabalhar muito, mas não me venham com essa história de que a vida é só isso”.

 
Assim como já fez com outros correspondentes internacionais, Mujica recebeu a equipe de reportagem chinesa em sua modesta propriedade rural em Rincón del Cierro, nos arredores de Montevidéu, ao lado dos cães e galinhas que cria e alimenta todos os dias.

Aos 77 anos, Mujica doa 90 % de seu salário de 260.000 pesos uruguaios (quase 28 mil reais) a instituições de caridade. Não possui cartão de crédito nem conta bancária. Sua lista de bens em 2012 inclui um terreno de sua propriedade e dois com os quais conta com 50% de participação, todos na mesma área rural – diz ter alma de camponês, e se orgulha de sua plantação de acelgas, e já pensa em voltar a cultivar flores.

Possui dois velhos automóveis dos anos 1980 (entre eles um Fusca com o qual vai ao trabalho) e três tratores.