Sociedade dos Poetas Mortos. Poesia, filosofia e carpe diem

“We don’t read and write poetry because it’s cute. We read and write poetry because we are members of the human race. And the human race is filled with passion. So medicine, law, business, engineering… these are noble pursuits and necessary to sustain life. But poetry, beauty, romance, love… these are what we stay alive for.”
― N.H. KleinbaumDead Poets Society

Sociedade dos Poetas Mortos é um daqueles filmes que não me canso de assistir. Lembro-me que fui vê-lo no cinema em 1990. Estava ainda no primeiro ano da faculdade e fui com colegas de turma, numa tarde chuvosa. A história de um grupo de estudantes que mudam sua visão sobre aprendizado e sobre a vida quando um novo professor (John Keating, em uma interpretação contida de Robin Williams) pouco convencional, chega à escola, rasgando capítulos de livros e encorajando seus alunos a subir em suas carteiras para ver o mundo de uma outra perspectiva ainda me emociona. Assim como os alunos de Keating, de certa forma o filme despertou meu interesse por poesia, filosofia e livre-pensar. Ainda hoje tento aproveitar meu dia e ter uma vida mais extraordinária.

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