Filme da semana passada 1. Lucy. Boa diversão

 

Furiosa

Furiosa

Depois de um longo hiato semana passada eu fui ao cinema. E duas vezes no final de semana que é para tentar tirar o atraso.

 

O primeiro filme que assisti foi o thriller/ficção/ação Lucy, de Luc Besson.

Por que?

Primeiro porque vamos lá, sendo bem superficial mesmo, sempre gosto de ver a Scarlett Johansson na tela. É sempre um deleite. Não cheguei a considerar, como ouvi de alguns conhecidos, que ela já provou atuar bem em papéis de ação – a Viúva Negra de Vingadores e o papel que fez em A Ilha, de Michael Bay. Gosto de vê-la na tela em pronto. Também gosto do cinema de Luc BessonMorgan Freeman está no elenco. É sexta-feira de uma semana puxada e o cinema é perto de casa, com vários barzinhos no caminho de volta para beber alguma coisa. Bingo. Bem entretenimento despretensioso mesmo (e muitas vezes isso é tudo do que você precisa).

A trama começa quando a jovem Lucy (Scarlett Johansson), americana maluquinha curtindo a vida em festas e bebedeira na ásia, é enganada por um dos companheiros dessa vida, e acaba tendo que entregar uma misteriosa maleta para um gangster mau e violento, Sr. Jang. O conteúdo é uma droga experimental que será contrabandeada para a Europa, permitindo que o usuário acesse 100% do potencial de seu cérebro. As coisas dão errado e Lucy acaba tendo a droga despejada em sua corrente sanguínea em um superhumano, física e mentalmente.

Esse mito, de que os humanos só usam uma pequena porcentagem da capacidade cerebral, sempre me interessou. Gosto muito de ficção baseada nele (li que está cada vez mais sendo posto em cheque e confesso que fiquei meio frustrado). E Luc Besson é um talentosíssimo diretor de ação e tem muito estilo. O filme é bem feito, tem grandes sacadas de image e tem muito estilo.

Claro que tem umas forçações de barra, mesmo dentro da premissa assumida, tipo telecinese ou manipulação de matéria simplesmente pelo poder cerebral, mas no fim, esse apelo ao exagerado faz parte do jogo. Além disso, e sem spoiler, o diretor não vai para o final fácil, mostra ambição com a realização e conduz super bem o final. Foi uma experiência estimulante e agradável e, como falei no início, um grande entretenimento.

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